quinta-feira, 28 de maio de 2009

Soneto (perneta) a um amigo

Que pensa agora meu amigo, que se revira de cama em cama no mesmo quarto?
(ou seria de quarto em quarto na mesma cama?)
Até onde vai tal esperança, meio mundo afora e de volta?

Que fazer quando chegar sua ama; não estará dela farto?
(ou estaria farta, de nosso querido amigo, tal ama?)
Até onde não se transformará tal amor em revolta?


Por que me finjo preocupar mais com ele que comigo;
Fujo de quem? Deles, ou de mim mesmo?

Não que não sejam possíveis tais sentimentos pelo amigo,
Mas parece besteira tentar achá-lo, quando eu me encontro à esmo.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Querido amigo com problemas:
Saiba que eu sei dos seus, muito embora duvide que você saiba do que falo.

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Outra: Me encontraram, dia desses, na cama com um homem.













Tive que deixar o papo comigo mesmo pra depois.