sábado, 29 de agosto de 2009

Profissão: Mãe de família


Dona Laura não tem jeito.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Macroman 01

Misto do Overman com um Macho-man, nascia o Macroman. Tira velha e ruim...e mal editada pra cacete.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Walter está de licença



Pode ser uma série... o que vocês acham?

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Ai...

Deus, essa guria hoje me fez mais mal do que bem.
Me deixou com uma angústia agúda dentro do peito, como se todos meus órgãos estivessem espremidos dentro de uma caixinha de fósforos.
Me deixou com cólicas, o abdôme fervilhando sabe-se lá com que ódio, ou com que medo.
Medo enorme me queima a fronte.
Não sei qual deles é maior.
Mas o medo hoje é tanto, que sinto vontade de evaporar,
de sumir completamente.
Medo de te machucar, te ferir, te infectar com minha vida suja;
Logo tu, tão doce, tão sua,
Tu que te esquivastes tão bem das desgraças da vida
não pode acabar com minha praga.
Minha vontade é de não te ver, até que eu limpe essa sujeira toda que me escorre da boca,
dos olhos, do pau, dos ouvidos, da pele como um todo
Me sinto sujo como nunca, e não quero que tu me vejas assim.
Que tu me toques assim.
Me perdoa, por favor. Ando fraco, muito fraco,
fraco demais para você;
O segundo medo é tão patético que não merecia ser mencionado,
mas tenho que tentar exorcizá-lo:
Medo filho da puta de te perder. De tu sumir. De que tu pares de gostar de mim.
Não posso me permitir esses medos,
mas hoje, todos me tomaram a alma de assalto.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Dromedário


Texto é do Fabiano. Arte minha, mas na verdade é do Dahmer.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Tentativa frustrada #1

Cacete, fui tentar escrever um poema. É! Fazia um tempo que eu não escrevia um poema. "Metrado! Tem que ser um poema metrado! Decassílabo, como Os Lusíadas! Poema belo! Sobre o amor! Sobre um dos combustíveis do amor: o ciúme! Vamos lá." Olhe só, querido leitor, queridíssima leitora, e especialmente você, no que deu a tentativa:
"
Ciumento, você então me chama
Como quem chama o outro pra briga,
Como quem pisa a lama, e grita
Que o achado não é lama nada,
É titica. Ó, mas para, pensa,
Não faz pouco caso de quem ama,
A ti, Por favor, formosa dama...
Que pode parecer pouca merda,
Mas ciúme que a este palerma
Ataca qual poderosa chama
Nada mais é que pequena prova
Do amor que sente pela senhora.
"
O poema se escreveu sozinho, ordinário. Sem pedir licença, assim, de supetão;
Fiquei rindo como um imbecil e não escrevi mais nada.
Boa noite, até a próxima tentativa.