Cacete, fui tentar escrever um poema. É! Fazia um tempo que eu não escrevia um poema. "Metrado! Tem que ser um poema metrado! Decassílabo, como Os Lusíadas! Poema belo! Sobre o amor! Sobre um dos combustíveis do amor: o ciúme! Vamos lá." Olhe só, querido leitor, queridíssima leitora, e especialmente você, no que deu a tentativa:
"
Ciumento, você então me chama
Como quem chama o outro pra briga,
Como quem pisa a lama, e grita
Que o achado não é lama nada,
É titica. Ó, mas para, pensa,
Não faz pouco caso de quem ama,
A ti, Por favor, formosa dama...
Que pode parecer pouca merda,
Mas ciúme que a este palerma
Ataca qual poderosa chama
Nada mais é que pequena prova
Do amor que sente pela senhora.
"
O poema se escreveu sozinho, ordinário. Sem pedir licença, assim, de supetão;
Fiquei rindo como um imbecil e não escrevi mais nada.
Boa noite, até a próxima tentativa.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Um comentário:
Belo poema, bela arte, jovens rapazes. Aplaudo de pé, saboreando um biscoito maizena vencido.
Seguirei antento,
Aristeu N. Catraca
Postar um comentário