A musa que nunca vem
Quando eu quero que venha
a faísca celeste que chamamos
de inspiracao
capturar o momento e nao deixa-lo
esmaecer
as vezes quase desisto
e voce chega
botando as ideias mais estranhas
em minhas entranhas
-
Os corvos que se julgam
e se condenam
o jogo de golf interminavel
homens que procuram a lua
e tentam agarra-la
do alto de prédios
um trem para lugar nenhum
a tesoura em minha mao
corta teus cabelos
voce nao liga
meu fim entre tuas pernas
ah, pena, fria
acabou-se a poesia
(depois que a gente fode
eu te largo;voce foge
e deus sabe se vai voltar)
quarta-feira, 28 de março de 2007
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3 comentários:
medo do final o.o
hahahhaha
gostei, gostei!
vc e leo resolveram escrever poemas agora
inveja de vcs x.x
quero mais diego, quero mais
Olá, Diego! Vi que você postou um poema meu abaixo. De vez em quando navego pela internet à cata dos meus poemas. Desta vez vim parar no seu blog. Aproveito para agradecer a publicidade e dizer que muito me agradaram os seus textos. Você é um poeta sensível. Não daquela sensibilidade melosa, gratuita. Digo sensível no sentido de habilidade com os sentidos. Um grande abraço deste amigo que você conquistou!
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