quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

Problema Corriqueiro.

E tremo, tremulo, estremeço
Me mexo, e peço um terço
Já rezo, Oh, Agonía minha
Te ter toda vida
E na vida, um berço, um verso
o reverso do avesso, do averno e aberro
Tudo que vem de tí.

Ora, por isso não durmo,
não como, nao fodo, não, bobo,
Um roubo, assombro, estorvo
Cade? Alma minha foi-se embora
Em boa hora, não chora,
apesar da diáspora de meu eu almo
ter sido teu alvo, rancor nao guardo
nas gavetas do armário.

É assim que tuas raízes fincadas
arrancadas pelo tempo nao usado,
banalizado e jogado, mal-amado,mal-me-quer
mal-te-quer,nao te suportas,e oh
Sou ousado por dizer asneiras
Tornou-se pagante a velha rameira
E cavalo aquele que montava
volto a te amar no instante e no tanto que se odiavas;
Me odiando, tanto quanto me amavas.

4 comentários:

J.J. Nunes disse...

voce rima muito bem e tem um bom sentido...gostei do seu texto abraços!

Bia Cruz disse...

realmente sinto saudades de tentar decifrar tua letra e a do leo. ;p

=***

Felipe Dib Boufflers disse...

ow diego, gostei, gostei mesmo o.o

Lais Célem disse...

eu tb gostei mtu mtu msm >.<