Caí pra dentro do oco do peito:
Perigo brabo de se tê-lo aberto.
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Procuro a saída na luz lá de cima
Bobagem; A luz vem de dentro.
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No fim, cá estou em casa,
O fundo do poço já me espera com meu catre,
Meu travesseiro, meus retratos na parede.
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A mente, se solta, tem o problema de se prender, fácil, em qualquer lugar.
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O coração, se preso, tem o problema de se interessar, fácil fácil, por outras prisões.
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O ventre, se preso ou se solto, tem os problemas iguais de foder o resto da vida.
Digestão tem medida.
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"Devora-me, ou te decifro!" disse o velho mexicano.
Com medo de me ver aberto, dei-lhe uma dentada.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
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Um comentário:
"A mente, se solta, tem o problema de se prender, fácil, em qualquer lugar.
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O coração, se preso, tem o problema de se interessar, fácil fácil, por outras prisões."
gostei de tudo ,mas essa parte é muito legal.. :)
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